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OS TRÊS NÍVEIS DO DESIGN INSTRUCIONAL: CONTEÚDO, TEXTO E IMAGEM.

E-learning

Attribution License CC by Sarah M Stewart

A abordagem que considero nesse texto é extremamente pessoal, e está muito mais ligada a prática do dia-a-dia do que com qualquer teoria sobre Design Instrucional que você pode facilmente pesquisar por aí. Mais do que ajudar profissionais da área, a idéia aqui é ajudar o pessoal que contrata o Design Instrucional; que muitas vezes não compreende o processo de trabalho que culmina muitas vezes em um StoryBoard ou um Roteiro de Treinamento . Um pouco de clareza sobre o processo pode ajudar as duas partes a trabalharem de maneira mais prática – e sem dúvida com muito menos estresse.

CONTEÚDO, ou a Arqueologia empresarial.

Muito antes que o primeiro parágrafo de texto seja escrito, ou o primeiro slide de StoryBoard seja montado, existe o que eu gosto de chamar de “arqueologia empresarial“. Grande parte das empresas sabe que o que possui de mais importante em conhecimento está na cabeça dos responsáveis por cada função – e na maioria das vezes esse é um dos motivos que as leva a idéia de fazer o treinamento; mas no momento da criação de um treinamento online, essa questão fica absolutamente explícita.

Nesse momento vale tudo para tentar capturar o conhecimento tácito presente. Entrevistas com o profissional especialista, apostilas e vídeos de antigos treinamentos, slides de apresentações, pesquisa em fontes relacionadas ao tema (sites, revistas e livros). Num primeiro momento, averiguamos a quantidade de assunto e a profundidade que podemos chegar. Só num segundo momento, iremos “aparar as arestas” diante da elaboração de um escopo do treinamento, relacionados aos objetivos que pretendemos cumprir.

Nessa fase, o designer instrucional:

  • Coleta os materiais disponíveis.
  • Entrevista os especialistas envolvidos.
  • Elabora o plano de treinamento, semelhante a um briefing do curso, contemplando público-alvo, cenário, abordagem e ementa do curso.

TEXTO, falando a língua correta.

Fazer treinamento online não é colocar arquivos de PowerPoint, Word e PDF’s online para serem baixados. Pelo menos, não é só isso. Na hora do texto, chega a hora de contar a história adequada ao público correto; de acordo com as suas características de compreensão e acesso – não existem “fórmulas mágicas”.

Pensamos no texto como ferramenta para ligar os pontos. Avaliamos o volume de informação adequado ao público; por exemplo: advogados, médicos e representantes de outras profissões que lidam diariamente com grandes volumes de texto gostam de mais profundidade textual, detalhes e uma formaobjetiva de encontrar o que procuram. Com esses usuários você pode ser mais extenso – é o que eles esperam inclusive – mas já não são o público adequado para desenvolver metáforas, histórinhas, animações e sons. Eles sabem o que querem obter do treinamento, e o principal objetivo é: chegar logo ao ponto.

Em outros casos, a consideração é exatamente oposta. “Se eu quisesse ler apenas, comprava um livro”, é uma afirmação recorrente. Para esses usuários, a sua preocupação é encontrar uma maneira lúdica, interessante e chamativa de exibir o conteúdo.O texto que será escrito terá que atender a essas necessidades, sendo sucinto e criativo, sem perder de vista os objetivos do treinamento.

Nessa fase, o designer instrucional:

  • Elabora o roteiro do treinamento, verificando quanto texto será preciso para comunicar os principais pontos necessários ao treinamento.
  • Elabora as tarefas, testes e avaliações.
  • Fecha a estrutura do treinamento.

IMAGEM, porque um rostinho bonito não é tudo, mas é boa parte.

Alcançamos um estado de desenvolvimento técnico muito significativo. Se a capacidade da banda larga brasileira não é muita comparada as possibilidades internacionais, já permitiu a popularização de itens que eram impensáveis há anos atrás como: assistir vídeos, escutar rádios online, participar devideo-conferências, baixar podcasts e videocasts.

Tudo isso provoca expectativas altas em relação ao conteúdo produzido para treinamento. Se você pode ver um vídeo de maneira fácil e rápida no youtube, porque não pode fazer mesmo no seu treinamento? Some a isso as discussões sobre afirmações como “as pessoas não leem mais” e temos boa parte das principais questões levantadas sobre a importância da imagem em treinamentos.

Cabe ao Designer Instrucional separar e orientar, nesse mar de opções, como deve ser ilustrado o conteúdo do curso – seja isso realizado com uma imagem, uma ilustração ou um vídeo do YouTube. Mesmo que a execução final e operacionalização disso não sejam de sua responsabilidade.

Nessa fase, o designer instrucional:

  • Elabora o o StoryBoard do treinamento, exemplificando como o conteúdo elaborado anteriormente será apresentado.
  • Define o nível de interações e a usabilidade do conteúdo.
  • Zela pela estética do curso, sem que ela prejudique o aprendizado.

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AS TRÊS FASES DO PLANEJAMENTO DE UMA PEÇA GRÁFICA

at any season...Tudo que eu aprendi sobre design, aprendi no curso de… edificações. Sim, depois disso eu fiz Publicidade e Propaganda e Design Gráfico – mas no final das contas, os dois cursos só validaram o que eu havia aprendido no primeiro. Você quer saber se eu recomendo para quem quiser trabalhar na área de design o curso de Edificações? Claro que não! Todos alunos de edificações aprenderam o mesmo? Claro que não!

Se você olhar a superfície – e sejamos sinceros, a maioria das pessoas não consegue olhar além do que está diante dos seus olhos – não existe nenhuma semelhança entre edificações e design gráfico. Mas se você olhar a estrutura, aí sim verá que os dois trabalham sobre a mesma base – e essa base pode ser dividida em três grandes momentos:

01. Planta.
02. Estrutura.
03. Acabamento.

O maior sofrimento para quem está começando na área de design gráfico ou web-design é perceber a existência desses dois momentos iniciais (planta e estrutura). A maioria se preocupa com o “acabamento”, e por não destinar muito tempo – ou às vezes nenhum tempo – às fases anteriores, não entende porquê o acabamento que elas esperavam não é o que elas conseguiram…

Mas pausa por um momento: se você é uma daquelas pessoas abençoadas que já cresceram na frente de um computador, abrindo o photoshop e deslumbrando pessoas… Parabéns! Muita sorte e se divirta. No entanto, esse post é para as demais pessoas: para aquelas que olham o layout de um folder, um site ou o que for e sabem que alguma coisa não está muito bem… Mas não conseguem dizer exatamente o quê!

Vamos ver passo a passo:

01. Planta: O que é, para quem é, como deve ser etc… os nosso velhos 05W02H…

A sigla 05W02H é a pergunta para qual a resposta é 42! Se você não entendeu a referência, só indica que temos muito mais pela frente, mas vamos lá. A sigla 05W02H vêm do inglês (What, Where, When, Why, Who, How e How much) se referindo nesse caso a:

  • O que?
  • Onde?
  • Quando?
  • Por quê?
  • Para quem?
  • Como?
  • E por quanto?

Não importa se você vai desenvolver o novo site da IBM, um folder de pizzaria ou uma peça de escola: se você não sabe responder cada uma das questões acima, você não sabe o suficiente para começar a pensar no seu trabalho. Então antes de sentar de frente pro Photoshop, Illustrator, CorelDraw ou mimeógrafo, sente é com uma folha de papel na mão e responda as questões acima. Ou você acha que existe algum engenheiro ou arquiteto que começaria a contratar betoneiras, pedir material e levantas paredes antes de saber se vai construir uma casa, um prédio de apartamentos ou uma churrasqueira? Se qualquer um desses vai ser na cidade, no campo ou na praia? Se deve ficar pronto em um mês ou cinco anos? Se o cliente quer gastar mil reais ou um milhão? Acho que não… E profissionalmente, você também não deveria – estando ainda na escola ou já no mercado de trabalho.

02. Estrutura: o seu chapéu tem 03 pontas???

Minha avó costumava cantarolar algo parecido com isso quando queria nos fazer rir “O meu chapéu tem 03 pontas, tem 03 pontas o meu chapéu, se não tivesse três pontas, não seria o meu chapéu” – Os seus layouts também têm três pontas? Ou melhor, eles têm mais a sua cara do que a cara do cliente ou do que deveriam parecer? Então provavelmente você está esquecendo a fase de “planejamento de estrutrura“. No caso de uma construção, seria entender que você não coloca o telhado na casa, antes de ter feito as fundações. No caso do design é o momento das referências, e da maneira correta de utilizá-las.

Utilizar referências não é plagiar trabalhos: é entender estruturas, ou melhor, é a maneira mais rápida de assimilar estruturas. Com tempo, prática e estudo você entenderá mais a fundo as questões que estão por trás das estruturas. No começo, a melhor forma de entender como se faz uma coisa, é ver como os outros fazem essa mesma coisa. Vai fazer um layout de site? Veja como são os outros sites dos concorrentes, de empresas semelhantes, de empresas grandes e pequenas. Nesse primeiro momento, escolha o que lhe parecer melhor – e não tenha medo: quanto mais prática você tiver, mais vai perceber a cada novo trabalho que tinha muito mau gosto no anterior – é absolutamente normal. Caso contrário, ou é um daqueles abençoados lá de cima – e eu já tinha avisado que este post não era pra você – ou não está produzindo como deveria.

Ainda no caso do site, depois de muito observar, você vai perceber: diferentes backgrounds, topos (headings ou cabeçalhos), rodapés, imagens, menus de navegação etc. Ou seja, se observar bem, perceberá todos os elementos que devem ser pensados em sua peça. Um pouco mais de prática e poderá entender a relação entre eles. Com essa observação, seus layouts poderão deixar de ser uma fotografia chapada do que você “pensa ser” tal peça, e passarão a ser produções no mínimo mais antenadas com o que está sendo feito no mercado – bom ou não, dependerá da sua bagagem estética.

03. Acabamento: não confundir com maquiagem.

Eu sei que você estava ansioso por esse momento, então tudo bem: pode sentar de frente para o computador – embora pessoalmente eu prefira ainda rabiscar numa folha de sulfite antes de tudo.

Se o seu levantamento nas duas fases anteriores foi proveitoso, agora você já está com uma idéia mais clara de como deve ser sua peça. Com isso em mente, você pode parar para pensar em itens como:

  • Que programa vai utilizar (baseado em “que fim” terá a peça).
  • O grid, ou a diagramação da peça.
  • Cores.
  • Tipografia.
  • Etc.

Existe muito, muito, muito material sobre essa fase. Espero que num futuro próximo eu possa cobrir um pouco sobre ela, ou pelo menos oferecer referências significantes.

Termo de garantia: a importância disso tudo.

Adotar essa estrutura de planejamento para uma peça gráfica ou web não o livrará de momentos “ah, mas e se colocarmos isso tudo numa ‘comic sans‘ amarela com o fundo verde limão” – infelizmente. Mas é um passo para uma boa briga, ao profissionalizar o seu trabalho.

Quando eu trabalho em alguma função relacionada a redação, eu realizo muito menos refações. E não é porque eu trabalhe melhor em uma coisa do que na outra – espero que não. Pelo que posso perceber, quando falamos de texto, estamos falando de língua: uma estrutura cheia de regras e “bons costumes”. Já ganhei muitas discussões puxando a carta da “norma culta da língua” mesmo quando ela não se aplicava. Mas com relação a produção escrita, ainda existe um último suspiro de “autoridade” com quem mexe com ela – talvez porque tantas pessoas se apavorem na hora de escrever um parágrafo…

Com a produção visual, infelizmente, não é assim – e a situação não tende a melhorar. As super-máquinas digitais de 500 reais transformaram todos em fotógrafos, e o fácil acesso a programas gráficos tornou todos designers. Seu cliente não sabe o que está envolvido em criar uma peça, do ponto de vista dele, você é uma pessoa com um pouco mais de “bom gosto” que sabe mexer em programas gráficos – e que no final das contas só se diferencia dele por isso mesmo.

Por isso, para o bem estar de todos: não seja um sobrinho. Profissionalize-se e mostre que seu trabalho não brotou simplesmente: ele é resultado de esforço inteligente na solução de um problema.

Nenhum comentário.

“ENTÃO, VOCÊ TEM UM COREL DRAW…”

Tooled Flatty

Tooled Flatty Attribution License CC by flattop341

Se você já teve qualquer contato com o mundo do Design Gráfico e do Web Design, sabe que há uma verdadeira guerra entre fãs de Corel Draw (programa de ilustração da canadense Corel) e fãs do Illustrator (programa de ilustração da americana Adobe). Existem defensores acalorados, de ambos os lados, defendendo a utilização de um ou de outro software, muitas vezes, ligando o software que você utiliza com o potencial que você pode ter, “Corel é para amadores, Illustrator é para profissionais”.

Existe um volume da Coleção Info da Editora Abril, discutindo em profundidade as principais diferenças entre o Corel e o Illustrator – e para surpresa dos mais acalorados, quando a questão é custo x benefício, a equipe da Info considera que o Corel Draw leva a melhor. Se você não acredita, compre a sua edição e confira (não estou recebendo nada da Abril para isso, mas a edição é realmente boa).

Mas será que é só isso? Você coloca o software mais profissional no seu computador e de repente se torna um ótimo profissional???

Frelance Freedon

Diretamente do Freelance Switch

Não precisa arriscar muito para dizer um simples NÃO.

Assim como todas as atividades bem executadas, uma série de fatores entra na formação de um produto/serviço de qualidade. Quando falamos em Design, a situação fica um pouco mais complicada. Existem muitos clientes que encaram a produto de um Design como fruto apenas e inspiração e gosto. É difícil lidar com eles… Mas é mais difícil lidar com os profissionais que perpetuam essa idéia, pois não sabem mostrar aos clientes os passos envolvidos no desenvolvimento daquela peça – ou pior, que não executam esses passos e fornecem mesmo algo que é fruto exclusivo do acaso.

Nesse post, e em posts futuros, em todos os assuntos, existe um conceito fundamental que eu gostaria de repassar várias vezes em diversos conceitos:

05W01H

Aqueles que estiverem familiarizados com a criação de textos jornalísticos, ou o planejamento de ações poderão conhecê-lo com outro nome. Eu prefiro 05W01H porque consigo relacionar melhor com a sua origem:

  • What -> O quê?
  • Where -> Onde?
  • Why -> Por quê?
  • When – Quando?
  • Who – Quem?
  • How – Como?

Você ainda não está vendo como esse conceito se aplica a uma visão básica de conceito em Design? Então vamos em frente…

Com essas 06 perguntinhas, você pode saber tudo o que é preciso saber sobre o seu trabalho. Para ser sincera, você nem deveria começa-lo se alguma dessas perguntas ainda for uma incógnita – ou até pode fazê-lo se gostar bastante de retrabalho ou refação.

Veja só:

  • O quê?

    • Parece óbvio, mas não é. Seja você designer ou não, é muito fácil ouvir o pedido “Eu queria que você fizesse algo para divulgar a minha marca”. Nessa, um publicitário pensa em uma campanha, o designer em uma nova papelaria, o jornalista em um press release… E quando o cliente volta, ele estava mesmo pensando em uma faixa de promoção no meio de uma avenida. Antes de começar qualquer coisa e desperdição hora valiosas do seu tempo, tenha certeza do que deve ser feito… Nem que esse “o quê fazer?” seja “03 propostas diferentes para a divulgação de uma marca”.
  • Onde?

    • Onde seu trabalho será veiculado? Você está planejando um jornalzinho da igreja? Ou um flyer que irá por e-mail? Entenda que esse “onde” irá impactar em muito na sua produção. Se o destino do seu trabalho será uma reprodução via xerox, não faz muito sentido desenvolver tudo em cores não é mesmo? Idéia oposta vale para o flyer: se você não tem custo de impressão, sua preocupação passa a ser apenas o peso do arquivo que será enviado.
  • Por quê?

    • Saber o porquê da peça é fundamental. Você já deve ter visto vários folhetos de divulgação “compre agora mesmo” em que o endereço e telefone da loja aparece minúsculo em um canto, ou até mesmo alguns em que ele nem aparece. Saber o que motivou a criação desse trabalho é fundamental para executá-lo de acordo com o objetivo – ou mesmo criar novas soluções mais adequadas.
  • Quando?

    • Aqui, você pode encarar sob dois aspectos: quando seu trabalho será divulgado, e quando seu trabalho deverá ser entregue por você. Você, melhor do que ninguém, deve conhecer a sua capacidade produtiva. Se você tem uma semana para fazer um site, talvez não seja a melhor hora de aplicar aquela programação em Ajax que você acabou de aprender. Talvez seja melhor para você e para o seu cliente se você simplesmente se ativer aquilo que faz bem, e caso sobre tempo, lapidar um pouco mais o trabalho.
  • Quem?

    • Encare essa pergunta sempre em três níveis:
      • Quem fará a aprovação?
      • A quem a peça se dirige (seu público-alvo)?
      • Quem trabalhará junto a você.
    • Ter em mente esses três níveis, ajuda porque se você sabe quem vai aprovar definitivamente seu trabalho, sabe exatamente quais opiniões devem ser levadas mais em consideração. Se você sabe a quem sua peça se dirige, trabalha a linguagem mais adequada a esse público. Se você sabe quem trabalhará junto a você, sabe o apoio (ou os obstáculos) com que pode contar.
  • Como?

    • Em textos futuros eu pretendo aprofundar essa questão, mas o como aqui, entra como um passo a passo do que deve ser feito. Esse passo a passo não requer mais do que uma folha de sulfite na qual você planeja todas as etapas necessárias para executar sua tarefa. Esses passos servem como checklist da execução, para garantir que você não se perca no caminho.

Saber tudo isso, sobre qualquer trabalho que você pretenda executar, é de longe mais importante do que o software que você irá utilizar. Quer um exemplo? Tenho uma formação técnica em edificações, por lei, posso projetar e me responsabilizar por residências até 80m². Recentemente, tive que fazer um layout para meu novo escritório, que ficou assim:

Layout Sala

Fiz no AutoCAD? Fiz no Microsoft Visio? Algum programa de layout específico?
Não… Fiz no PowerPoint… Por quê? Por que várias pessoas queriam brincar com a disposição dos móveis. Quem, fora um profissional da área, teria o AutoCAD instalado em sua máquina? Mesmo que tivesse, qual a possibilidade de saber mexer com ele? O Visio, apesar de mais acessível, não está na maioria dos pacotes Office comprados no mercado. Sendo assim, optei por um programa que pudesse me dar a escala necessária, e com o qual a maioria das pessoas estivesse mais familiarizada com o funcionamento.

Haverá um momento em que trabalhar com o programa mais adequado fará uma completa diferença. Mas se você, no momento, não sabe qual é essa exata diferença, há um grande risco que você esteja utilizando uma metralhadora para matar mosquitos.

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